
O governador eleito do Amazonas, Omar Aziz, recebeu nesta quinta-feira (5) uma comitiva japonesa para discutir a ampliação das relações entre o Estado e o Japão. A reunião abordou oportunidades de cooperação econômica, proteção ambiental e apoio às ações de prevenção e combate às queimadas.
A delegação foi liderada pelo embaixador do Japão no Brasil, Yasushi Noguchi, e contou com o cônsul-geral em Manaus, Yuichi Miyagawa, o cônsul-geral adjunto, Akira Suzuki, e a secretária da Embaixada japonesa, Saori Yamashita.

Também participaram do encontro a vice-governadora eleita, Alessandra Campelo, o deputado federal Pauderney Avelino, representantes da comunidade nipo-brasileira e executivos de empresas japonesas instaladas no Polo Industrial de Manaus.
Entre os participantes estavam Hajime Hattori, presidente da Associação Nipo-Brasileira da Amazônia Ocidental; Ken Nohara, diretor industrial da Yamaha e vice-presidente da Câmara de Comércio e Indústria Nipo-Brasileira do Amazonas; e Iuquio Ashibe, diretor executivo da Câmara e coordenador de relações internacionais do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM).
Um dos principais assuntos discutidos foi a possibilidade de colaboração japonesa nas iniciativas de preservação da floresta e enfrentamento às queimadas. Omar afirmou que pretende estruturar brigadas no interior do Estado, com equipamentos e treinamento para ampliar a capacidade de resposta aos incêndios.
O governador eleito também mencionou a necessidade de apoio internacional para fortalecer essas ações, diante dos impactos ambientais provocados pelas queimadas na região amazônica.
A reunião ainda tratou da relação econômica entre o Amazonas e o Japão, construída ao longo de décadas com a presença da comunidade japonesa e de empresas de origem nipônica no Polo Industrial de Manaus. Essas companhias participam de diferentes segmentos da atividade industrial e contribuem para a geração de empregos no Estado.
Omar afirmou que pretende manter o diálogo com representantes de outros países para buscar cooperação nas áreas ambiental e econômica. Segundo ele, a estruturação das brigadas de combate às queimadas deverá integrar as prioridades da próxima gestão.









