UCI tem ingressos a R$12 para filmes nacionais durante o 1º Festival do Cinema Brasileiro

Entre 29 de outubro e 4 de novembro, a UCI participa da primeira edição do Festival do Cinema Brasileiro com ingressos a R$12 para todos os clientes nas salas convencionais. A promoção vale para as sessões de filmes nacionais, como o fenômeno “Minha Melhor Amiga”, que já passou de 5,8 milhões de espectadores. A programação inclui ainda as estreias de “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você” e “100 Dias” e a pré-estreia de “Feito Pipa”, escolhido para representar o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar 2027.

Nas salas VIP DE LUX, o ingresso custa R$20. Elas têm poltronas chaise longue de couro, reclináveis eletronicamente e com mesas individuais, além de cardápio premium. As salas IMAX e 4DX não participam da promoção.

A campanha é idealizada pela Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (FENEEC), com apoio institucional da Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex (ABRAPLEX). Todas as redes do país confirmaram participação. As duas entidades também organizam a Semana do Cinema, que em setembro levou cerca de 5,6 milhões de pessoas às salas.

NOVIDADES POR R$12

Duas estreias nacionais chegam aos cinemas em 29 de outubro, primeiro dia do festival, já com o preço promocional. “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, de Diego Freitas, adapta o livro de Fernanda Castro e Silva e reúne Any Gabrielly e Giulia Be, melhores amigas também fora das telas. Na história, a tímida Gabi perde a amiga Julia e descobre que ela deixou dez cartas com desafios para ajudá-la a superar o luto.

No mesmo dia estreia “100 Dias”, de Carlos Saldanha, inspirado no livro “Cem Dias entre o Céu e o Mar”, de Amyr Klink. O filme acompanha a travessia do navegador, que em 1984 cruzou sozinho o Atlântico Sul a remo, da Namíbia até a Bahia, em 100 dias. Filipe Bragança vive Amyr numa história que olha também para a relação dele com a família, especialmente com o pai.

O festival tem ainda sessões de pré-estreia de “Feito Pipa”, de Allan Deberton, que chega oficialmente aos cinemas em 5 de novembro. Vencedor de dois prêmios no Festival de Berlim, o longa também foi o mais premiado da 54ª edição do Festival de Gramado, com quatro Kikitos. A história acompanha Gugu (Yuri Gomes), um menino apaixonado por futebol e dança que vive com a avó Dilma (Teca Pereira) no sertão cearense e pode ter de se mudar, contra a sua vontade, para a casa do pai, Batista (Lázaro Ramos).

SUCESSOS EM CARTAZ

A promoção também é uma ótima oportunidade de assistir ou rever sucessos do cinema brasileiro, como “Minha Melhor Amiga”. Dirigida por Susana Garcia, a comédia tem o maior público de uma produção nacional desde “Minha Mãe é uma Peça 3”, que ela também dirigiu. O longa superou a marca de “Ainda Estou Aqui” e já é o oitavo filme brasileiro mais visto desde 2000. Na trama, Mônica Martelli e Ingrid Guimarães vivem duas amigas de 50 anos que embarcam para Portugal atrás das filhas adolescentes. Rodado no Rio de Janeiro, em Lisboa e em Sevilha, o filme é inspirado em experiências das próprias atrizes com as filhas, que dão nome às personagens.

Tony Ramos e Glória Pires também voltam às telonas em “Se Eu Fosse Você 3”, da franquia que estreou em 2006. Com direção de Anita Barbosa e supervisão artística de Daniel Filho, diretor dos dois primeiros filmes, a comédia reencontra Cláudio e Helena duas décadas depois da última troca de corpos. A filha Bia agora é adulta e casada, e uma situação inesperada abala a família: a troca parece acontecer de novo. Cleo Pires e Rafael Infante estreiam na franquia.

Já as famílias podem montar uma programação completa com “Um Tio Quase Perfeito 3” e “Galinha Pintadinha – O Filme”. No novo capítulo da trilogia protagonizada por Marcus Majella e dirigida por Pedro Antonio, os sobrinhos de Tio Tony cresceram e fizeram planos que não incluem o tio, até que uma bebê desconhecida é deixada na porta da casa dele. Na aventura da Galinha Pintadinha, uma cegonha atrapalhada troca o ovo da personagem com o do Gavião, e ela precisa vencer os próprios medos para resgatar o Pintinho Amarelinho.

“O audiovisual no Brasil está em um bom momento, com títulos performando bem e o público cada vez mais interessado. E é muito importante celebrar essas conquistas. Somos um país com uma cultura muito rica e que se traduz nas telas. Queremos proporcionar uma chance para que novos espectadores possam conhecer o que é produzido por aqui”, comenta Lúcio Otoni, presidente da FENEEC.