
O candidato à reeleição ao Governo do Amazonas, Roberto Cidade, colocou a segurança pública e o atendimento às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) entre os principais temas de sua participação no debate promovido pela TV A Crítica, nesta segunda-feira (28). Durante as intervenções, ele apresentou ações realizadas nos primeiros meses de gestão e propostas para um novo período à frente do Executivo estadual.
Na segurança, Cidade citou o aumento do efetivo, operações realizadas no interior, uso de equipamentos e investimentos em inteligência. Segundo os dados apresentados pelo candidato, as forças de segurança apreenderam mais de 34 toneladas de drogas nos primeiros meses de governo. Ele também mencionou a criação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) no Amazonas e defendeu a ampliação do uso de tecnologia no enfrentamento ao crime organizado.
Outro tema abordado foi a realização de um novo concurso público para a área de segurança. Cidade afirmou que pretende ampliar o quadro de profissionais e explicou que as regras da Lei de Responsabilidade Fiscal limitaram, neste momento, a contratação de novos policiais. A possibilidade de ingresso de servidores nas forças de segurança, segundo ele, será avaliada em um próximo período de governo.
O atendimento às pessoas com TEA também teve espaço no debate. Cidade afirmou que pretende entregar mais dois CAICs TEA ainda neste ano e mencionou um projeto voltado à inclusão, apresentado por meio de edital. A proposta, segundo o candidato, busca ampliar a estrutura disponível para atendimento especializado.
Na saúde, Cidade citou recursos superiores a R$ 400 milhões destinados ao pagamento de médicos e profissionais de áreas relacionadas ao setor. Ele também mencionou reformas realizadas em Serviços de Pronto Atendimento (SPAs) e outras intervenções na rede estadual.
Ao longo do debate, o candidato também procurou apresentar sua trajetória política de forma separada das administrações anteriores. Ao tratar das propostas para o Estado, Cidade defendeu que a discussão eleitoral seja concentrada em ações para áreas como segurança, saúde e atendimento às pessoas com TEA.









