Shádia defende mais representatividade e oportunidades para as mulheres amazonenses

A participação feminina nos espaços públicos de poder e a criação de mecanismos para o crescimento econômico das mulheres foram pautas centrais no discurso da candidata a vice-governadora do Amazonas pelo Avante, Dra. Shádia. Durante evento partidário realizado na sede da legenda nesta semana, ela apontou a necessidade de romper as barreiras de gênero nas decisões de Estado, aliando maior representatividade ao suporte social e econômico de milhares de famílias amazonenses.

O pronunciamento ocorreu na reunião de lançamento da candidatura de Katy Feitoza para a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam). O ato mobilizou lideranças e militantes, contando também com a presença da candidata a deputada federal Dra. Aryel Almeida e do postulante ao Governo do Amazonas, David Almeida. O encontro serviu de palco para uma defesa contundente sobre o protagonismo feminino na política e na sociedade civil.

Ao avaliar o cenário de representatividade pública, Dra. Shádia enfatizou que a presença feminina em cargos eletivos ainda se depara com obstáculos tradicionais. Para ela, o envolvimento ativo em chapas majoritárias e proporcionais é um passo essencial para superar o histórico de sub-representação nos espaços de decisão. “A gente fala muito sobre a mulher na política, mas ainda é muito difícil. Nós estamos aqui justamente para quebrar esse paradigma”, afirmou.

Além de defender a presença nos espaços de poder, a candidata focou no empreendedorismo como instrumento chave para a conquista de independência e cidadania. Ela destacou a urgência de uma rede de apoio governamental que promova qualificação e geração de renda. “O que a nossa população, o que as nossas mulheres amazonenses precisam é de respeito e oportunidade”, declarou.

Ao final de sua fala, a postulante ao cargo executivo estadual alertou sobre o impacto da dependência financeira e da falta de assistência governamental na vida de quem enfrenta cenários de violência ou exclusão. Ela defendeu a construção de políticas públicas estruturadas para transformar essa realidade no estado. “Muitas mulheres hoje são oprimidas e, por vários motivos, não conseguem sair de uma situação de risco ou de vulnerabilidade porque não têm apoio”, destacou.