
O prefeito de Manaus, Renato Junior, e o senador Eduardo Braga participaram neste domingo (18) de uma reunião com representantes do Governo Federal para discutir o reforço das ações de combate às queimadas no Amazonas e reduzir os impactos da fumaça sobre a capital.
O encontro contou com a participação de quatro ministros e equipes técnicas de diferentes áreas. Entre as medidas anunciadas está a ampliação da estrutura aérea destinada às operações contra incêndios florestais, com previsão de 16 aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) envolvidas nas ações.
Durante a reunião, Renato Junior defendeu a cooperação entre os governos municipal, estadual e federal e pediu que o debate sobre a crise ambiental não seja usado para disputas políticas. Segundo o prefeito, a prioridade deve ser conter os incêndios e proteger a saúde dos moradores de Manaus.
Rede municipal de saúde se prepara para atender moradores
Além das medidas de combate ao fogo, a Prefeitura de Manaus informou que mantém um plano de contingência na rede municipal de saúde para atender pessoas afetadas pela fumaça.
As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) estão preparadas para receber pacientes com sintomas respiratórios e irritações associadas à exposição à poluição atmosférica, segundo a administração municipal.
O prefeito também orientou que crianças, idosos, gestantes e pessoas com problemas respiratórios reduzam a exposição à fumaça, especialmente nos períodos em que a concentração de poluentes estiver mais elevada.
Operação reúne órgãos federais e municipais
A articulação envolve representantes do Governo Federal, equipes técnicas e órgãos responsáveis pelo combate aos incêndios e pelo atendimento à população. De acordo com as informações divulgadas, o reforço aéreo busca ampliar a capacidade de atuação em áreas afetadas pelas queimadas no interior do Amazonas e em regiões próximas.
Renato Junior afirmou que a fumaça que atinge Manaus está relacionada, em parte, a incêndios registrados fora da capital e ressaltou a necessidade de intensificar as ações nas áreas onde os focos se originam.
As operações de combate e monitoramento devem continuar enquanto persistirem os incêndios e seus efeitos sobre a qualidade do ar e a saúde dos moradores.









