
A reforma tributária em curso no Brasil vai além da mudança na legislação e redefine a forma como o país arrecada impostos e utiliza esses recursos. À frente desse processo, o senador Eduardo Braga, relator da proposta no Congresso Nacional, acompanhou de perto o desenvolvimento do novo sistema que dará suporte à implementação do modelo aprovado.
Braga participou diretamente da construção da estrutura tecnológica que vai operacionalizar a reforma, com foco em um sistema moderno, digital e transparente. A proposta integra informações em tempo real, garante uma divisão mais justa da arrecadação entre estados e municípios e simplifica o recolhimento de tributos para empresas e cidadãos. Um dos destaques é o modelo de pagamento inspirado no Pix, que permite maior agilidade nas operações.
O novo sistema também prevê a devolução de créditos tributários em até três dias, reduzindo distorções históricas e aumentando a previsibilidade para o setor produtivo. Segundo o senador, a eficiência da plataforma é fundamental para assegurar equilíbrio federativo e confiança no novo modelo de tributação.
Para garantir uma transição segura, a reforma estabelece 2026 como ano de testes e adaptação. O período permitirá que governos, empresas e contribuintes se ajustem ao novo formato antes da aplicação definitiva, consolidando uma mudança estrutural na gestão tributária do país.









