O governador do Amazonas, Roberto Cidade, inaugurou nesta quinta-feira (14) o novo serviço de ressonância magnética da Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ), em Manaus. A entrega faz parte do processo de modernização da rede estadual de saúde e amplia a capacidade de realização de exames de alta complexidade na capital.

Com o novo equipamento, a unidade passa a realizar cerca de mil exames por mês, fortalecendo o atendimento especializado e reduzindo o tempo de espera por diagnósticos na rede pública estadual.
Durante a inauguração, Roberto Cidade afirmou que a ampliação da estrutura representa mais um avanço na área da saúde e destacou que o governo vem acelerando investimentos em tecnologia hospitalar no estado.
Segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), o Amazonas registrou crescimento de 84,6% no parque tecnológico de equipamentos de diagnóstico por imagem desde 2019. O número de aparelhos de ressonância magnética na rede estadual dobrou, passando de três para seis unidades em funcionamento.
A nova estrutura instalada na Fundação Hospital Adriano Jorge recebeu adequações nos sistemas elétricos, de climatização e nos ambientes assistenciais para atender às exigências técnicas do equipamento. O espaço conta com áreas de triagem, recuperação anestésica, salas de espera e ambientes para emissão de laudos.
O equipamento possui tecnologia avançada, com capacidade de gerar imagens de alta definição e maior precisão diagnóstica, beneficiando principalmente pacientes das áreas de ortopedia e cirurgias de média e alta complexidade.
A secretária estadual de Saúde, Nayara Maksoud, destacou que o novo serviço fortalece a organização da rede pública e amplia o acesso aos exames especializados. Segundo ela, a unidade atenderá pacientes internados, usuários do programa Opera+ Amazonas e demandas reguladas de toda a rede estadual.
Além da Fundação Hospital Adriano Jorge, o Governo do Amazonas também implantou serviços de ressonância magnética em hospitais como 28 de Agosto, João Lúcio, Francisca Mendes, Delphina Aziz e FCecon.
Os investimentos também alcançaram outros setores de diagnóstico por imagem. O número de tomógrafos da rede estadual passou de oito para 14 equipamentos, incluindo aparelhos exclusivos para atendimento infantil, enquanto os serviços de hemodinâmica dobraram nos últimos anos.