
Com o início do verão amazônico e o aumento da procura por balneários, igarapés e sítios, a Prefeitura de Manaus reforçou o alerta para o risco de contaminação por malária. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), a vazante dos rios favorece a proliferação do mosquito Anopheles, transmissor da doença, elevando o número de casos entre os meses de junho e setembro.

De acordo com a Semsa, Manaus registrou 3.284 casos de malária entre janeiro e junho deste ano. A orientação é que pessoas que frequentarem áreas rurais e periurbanas fiquem atentas a sintomas como febre, calafrios, dor de cabeça, dores no corpo e mal-estar, procurando atendimento médico imediatamente para realização do diagnóstico e início do tratamento.
A rede municipal conta com 55 pontos de diagnóstico, distribuídos entre as zonas urbana e rural, onde os exames são realizados de forma rápida para garantir o tratamento precoce. A prefeitura destaca que a doença tem cura, mas pode evoluir para casos graves quando o atendimento é adiado ou interrompido.

Para reduzir o risco de infecção, a recomendação é utilizar repelente, roupas de mangas compridas, mosquiteiros e evitar exposição em áreas de mata, rios e igarapés nos horários de maior atividade do mosquito, principalmente ao amanhecer e no fim da tarde. Além das orientações à população, a Semsa mantém ações permanentes de vigilância e controle do vetor em áreas de maior risco.









